quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Porque tudo acontece aqui dentro...


Eu simplesmente não entendo!
"O que está acontecendo? O mundo está ao contrário e ninguém reparou."
O mundo não acabou, mas parece que está a beira de uma taque de nervos... Será que dessa ele escapa? Não há antídotos para tantos venenos.
A água está acabando.
As áreas verdes também.
Aliás, os recursos naturais, todos eles, estão se esgotando.
O preço aumentou, e o dinheiro pra pagar as contas, me parece, dessa vez acabou.
Não existem mais as super potências. Finalmente os chefões assumiram: -Estamos em decadência!
Se não matarem o mundo, acredito eu, o pobrezinho ainda se suicida.
Porém, vim postar sobre meu recurso natural esgotável.
O sentimento.
Mas estou falando só dos bons, dos nobres.
Porque afinal de contas, foram os maus sentimentos que nos permitiram chegar aonde estamos.
Estou falando de amor... Amor talvez seja um tanto sério demais...Então deixe-me dizer que estou apaixonada.
E estou grata, porque agora não preciso entender mais nada.
O título cita Paulo Coelho, com aquele estória de que tudo acontece dentro de nós.
E ao que me consta, apaixonar-se só conta com os prós.
Ainda que eu veja o Jornal Nacional todos os dias.
Ainda que eu assista na Globo News,o Em cima da hora.
Ainda que eu leia, triste notícias outrora.
Meu coração meio egoísta, volta e meia ignora.
Tudo acontece aqui dentro, agora...
Apaixonar-me fez com que eu não quizesse juntar mais nada.
Apenas saudade, pra gastar daqui alguns meses. Com juros e correção.
Pra saldar toda a minha ansiedade, pretendo fazer um longo pregão.
Minha única preocupação é: se o mundo acabar, estarei eu a caminho, no aeroporto, ou já terei desembarcado dentro do avião.
Espero que sim, não quero sonhar em vão.
Minha ambição hoje, é juntar tudo, pra gastar de supetão.
Fazer com que trinta dias. Dure o suficiente para uma nova expedição.
O tempo para mim, agora tem fuso horário.
Não quero perder nada de seu itinerário.
Em minhas preces eu peço: - Que ele esteja comigo, em cada encontro diário!
Nos agradecimentos eu digo: - Obrigada por ter com ele sonhado!
Quero aprender em todas as línguas, como explicar que preciso o ver novamente.
Sem ser piegas, nem falsificado. Quero apenas dizer que estou contente!
Não dá pra entender um mundo insuficiente.
Bastaria mais amor no coração de toda essa gente.
Não espere um desastre para ser solidário.
Seja útil sem pensar somente em salário.
Seja verdadeiro, que personalidade não se falsifica, diferentemente de dinheiro.
Preocupe-se com o último, como se fosse o primeiro.
O importante é que com toda essa desordem, estou de bom humor ainda que me acordem.
Meu salário é pouco, meu carro usado.
Mas tenho tudo o que me é estimado.
Além de descansar, uso o sono também para sonhar.
Eu acredito que nosso dia vai chegar.
E continuarei sem entender o que aconterce lá fora.
Porque meu pequeno mundo caberá, no doce e eterno ato de abraçar.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Magic kingdom.

Juro, que queria escrever sobre a cantora Adelle (tão aclamada nestes últimos dias)

Ate mesmo sobre o cool Slumdog Millionaire.

Mas não dá.

Meus textos nunca serão elitistas.

Mesmo detestando ser politizado.

Realmente cada vez mais (com muita teima) consigo entender o que uma amiga radicada na Europa diz:

- Somos intelectualmente primitivos.

Não menores e atrasados (outro assunto), mas no sentido de ter uma visão primaria.

Não me importa a grana que custou, e me importa médio da onde vem tudo isso.

O que me inquieta é nossa forma ridícula de expressão finaceira.

Vinte e cinco milhões é pouco, diante da breguiçe.

Isso somos nós.

Isso é resultado de um consciente coletivo adulterado.

De um imaginário comum superficial que só é consequencia de um repertorio cultural e intelectual primário.

Será que só eu percebi que se ele tivesse compro talvez uma ilha seria mais inteligente e menos cafona?

Será que as pessoas poderiam se preocupar um pouco alem de querer saber se ele pagam ou não imposto?

Quem é Edmar Monteiro, um sheike?

“...Um castelo inspirado na arquitetura das monarquias absolutistas do século XVIII...” (Revista Epoca).

Será que ele faz a mínima idéia que os elementos que representam nobreza e luxo hj, tem mais haver com exclusividade que com repetição?

Desculpa, no fundo acredito que so queria ir pra Disney.